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A origem dos nobres e luxuosos Restinhos de Rico

Caros leitores, gostaríamos de apresentar a nossa nova coluna “Restinhos de Rico”!

Com o objetivo de desmistificar toda e qualquer conotação negativa e deixando claro que se trata de uma homenagem sincera e embasada à tudo que já pertenceu ao extremo luxo, podendo também ser interpretado como uma coluna Vintage, que não desvia da origem e proposta da Autowerk “always riding in luxury“, somente trás à momento presente os ícones de luxo que foram acessíveis somente para a Classe A e A+ por algumas centenas de milhares de reais ou dólares porém hoje, apesar de não terem perdido a sua qualidade construtiva, funcionalidade e esmero em todos detalhes, não fazem mais parte do sonho de consumo dos mesmos afortunados, entretanto, estão acessíveis ao público que já está razoavelmente estabelecido financeiramente, pertencem de forma geral a classe B em ascensão e valorizam este tipo de produto que hoje pode ser adquirido por 1/10 do preço original, um pouco a mais ou a menos…
Obviamente o normal neste setor é que o produto tenha uma curva financeira em queda, saindo do momento 0 e desvalorizando cada vez mais, porém, em casos especiais e com motivos específicos que poderão ser explicados no momento correto, dão origem à um gráfico em “U” partindo do momento do 0 com valor original à época, atingem seu menor valor em x e retomam sua avaliação de qualidade, raridade e etc… até atingir seu pico no momento y (igual ou maior ao valor do momento 0), muitas vezes tornando-se um colecionável de alto valor mas que não perde o seu respeitoso apelido de Restinho de Rico.

Em um País como o Brasil, aonde a inflação mascarada toma conta de todos os mercado, fazendo carros “populares” custarem R$100.000,00 nada mais justo que olhar para trás e ver um pouco do que alguns nobres engenheiros, designers entre outros criaram, com anos de pesquisa e muito investimento, não para ser jogado fora depois de 20 ou 30 anos mas sim para passear por gerações de famílias, sejam elas as mesmas ou não.

O nosso desejo é que cada vez mais as pessoas valorizem os bens, pensados com o objetivo de durar como nos poucos exemplos das fotos abaixo e desta forma, valorizem, os artistas, os materiais de qualidade, a precisão e complexidade de um relógio com calendário perpétuo através somente de engrenagens (sem chip ou eletrônica), a segurança em um teste de colisão de um automóvel que não engana o seu consumidor, entre diversos outros motivos que apresentaremos caso a caso.
Nesta linha de raciocínio, nenhuma frase é mais apropriada quanto a da relojoaria Patek Phillipe quando diz em todos seus produtos e certificados: “Você nunca será efetivamente dono de um Patek Phillipe, simplesmente cuidará dele para a próxima geração“.

E assim, apresentamos a nossa nova coluna, desejando que todos aproveitem, comentem e possam interagir com nossa equipe através no do nosso email, Facebook ou Instagram.

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